
De 2016 a 2026: Uma Década Depois, o Reencontro com a Cor.
Em 2016, o Atelier do Futuro e o curador Felipe Grifoni marcaram a cidade com as comemorações dos 60 anos de cor em São Paulo. Agora, dez anos depois, retomamos este projeto para homenagear um marco duplo: os 70 anos do Edifício Planalto (completados em agosto) e a data de nascimento do seu idealizador, João Artacho Jurado (3 de setembro)
"Para celebrar os 70 anos do Planalto, revisitamos a trajetória de Artacho, que começou desenhando luminosos de neon coloridos nos anos 30, uma verdadeira vanguarda para a época. Depois de uma viagem ao Rio de Janeiro, passou a achar São Paulo muito cinza e decidiu começar a usar cores em seus edifícios. O Viadutos e o Planalto são os primeiros exemplares com esta exuberância cromática." — Felipe Grifoni, Curador da exposição

A Mostra no Piso Térreo do Planalto
Uma imersão na linguagem publicitária, na arquitetura residencial e na gênese do uso das cores marcantes de Artacho Jurado. A exposição reúne croquis históricos (como o do Edifício Piauí), documentos do acervo pessoal do arquiteto, fotografias e a relação entre os neons das décadas de 1930/1950 e os edifícios residenciais.
Serviço da Exposição:
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Período: 4 de Setembro a 3 de Outubro de 2026
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Horários: Segunda a Sexta, das 9h às 17h | Sábados, das 10h às 15h (exceto domingos)
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Local: Piso Térreo do Edifício Planalto (Rua Maria Paula, 279 – Bela Vista, São Paulo/SP)
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Entrada: Gratuita

Festa Aniversário Artacho na Central 1926
Para celebrar a união criativa dessas duas datas em grande estilo, a noite do dia 3 de setembro ganha uma festa especial na Central 1926 — espaço parceiro e apoiador fundamental do projeto, instalado na antiga Subestação Riachuelo, que em breve também celebrará seu centenário.

Destaque da Noite: Performance Exclusiva de Paulo Beto
O Conceito Sonoro: O produtor, DJ e performer Paulo Beto (referência na cena eletrônica e experimental desde 1988) apresentará um DJ set e uma performance concebida especialmente para a data.
A Conexão com Artacho Jurado: Artacho era apaixonado por ópera, frequentava o Theatro Municipal e projetava seus prédios ouvindo o gênero. Paulo Beto resgata essa memória musical e a desconstrói ao vivo, combinando fragmentos operísticos com batidas de trip hop, sintetizadores e samplers.


